16 agosto 2017

VDK-4209

=== Placar Agregado na Série A:===
2003Santos 7x2 Fluminense (4x1;3x1)
2004Santos 5x1 Fluminense (0x1;5x0)
2005Santos 4x5 Fluminense (1x1;3x4)
2006Santos 1x2 Fluminense (0x1;1x1)
2007Santos 2x7 Fluminense (0x3;2x4)
2008Santos 3x2 Fluminense (1x1;2x1)
2009Santos 6x1 Fluminense (4x1;2x0)
2010Santos 3x1 Fluminense (0x1;3x0)
2011Santos 4xFluminense (2x1;2x3)
2012Santos 2x4 Fluminense (1x1;1x3)
2013Santos 3xFluminense (2x0;1x0)
2014: Santos 0x2 Fluminense (0x1;0x1)
2015Santos 4x3 Fluminense (1x2;3x1)
2016Santos 6x3 Fluminense (4x2;2x1)
2017Santos 2x3 Fluminense (2x3;0x0)
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5 empates
13 vitórias do Santos
12 vitórias do Fluminense
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15 agosto 2017

VDK-4208

0000: Top-3 da Série A na 20ª rodada: 0000
2006: São Paulo (39); Santos (35); Internacional (34)
2007: São Paulo (40); Cruzeiro (35); Vasco (34)
2008: Grêmio (44); Cruzeiro (39); Palmeiras (37)
2009: Internacional, Palmeiras (37); São Paulo (36)
2010: Fluminense (41); Corinthians (38); Santos (34)
2011: Corinthians (40); Vasco (38); Botafogo (37)
2012: Atlético-MG (44); Fluminense (43); Grêmio (40)
2013: Cruzeiro (43); Botafogo (39); Grêmio (37)
2014: Cruzeiro (46); São Paulo (39); Corinthians (36)
2015: Corinthians (43); Atlético-MG (39); Grêmio (37)
2016: Palmeiras (39); Santos (36); Grêmio (35)
2017: Corinthians 19J (47); Grêmio (39); Santos (36)
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GRÊMIO no 1º Turno da Série A:
20060 com 29 pontos
20070 com 28 pontos
20080 com 41 pontos
20090 com 28 pontos
201016º com 20 pontos
201114º com 24 pontos
20120 com 37 pontos
20130 com 34 pontos
20140 com 31 pontos
20150 com 36 pontos
20160 com 32 pontos
20170 com 39 pontos
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14 agosto 2017

VDK-4207

O Tricolor Gaúcho é quem mais disputou a Semifinal da Copa do Brasil:
01) 1989: Grêmio 8x3 Flamengo-RJ (2x2;6x1)
02) 1991: Grêmio 2x1 Coritiba-PR (1x1;1x0)
03) 1993: Grêmio 4x4 Flamengo-RJ (3x4;1x0)
04) 1994: Grêmio 2x1 Vasco-RJ (0x0;2x1)
05) 1995: Grêmio 2x2 Flamengo-RJ (1x2;1x0)
06) 1996: Grêmio 3x4 Palmeiras-SP (1x3;2x1)
07) 1997: Grêmio 3x2 Corinthians-SP (2x1;1x1)
08) 2001: Grêmio 4x1 Coritiba-PR (3x1;1x0)
09) 2010: Grêmio 5x6 Santos-SP (4x3;1x3)
10) 2012: Grêmio 1x3 Palmeiras-SP (0x2;1x1)
11) 2013: Grêmio 0x1 Atlético-PR (0x1;0x0)
12) 2016: Grêmio 2x0 Cruzeiro-MG (2x0;0x0)
13) 2017: Grêmio 0x0 Cruzeiro-MG (16/08;23/08)
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13
====Placar Agregado na Série A:====
2004Botafogo 4x3 Grêmio (2x2;2x1)
2006Botafogo 2x6 Grêmio (2x2;0x4)
2007Botafogo 3x3 Grêmio (3x0;0x3)
2008: Botafogo 3x2 Grêmio (2x0;1x2)
2009Botafogo 3x5 Grêmio (0x2;3x3)
2010Botafogo 2x5 Grêmio (2x2;0x3)
2011Botafogo 3x1 Grêmio (2x1;1x0)
2012Botafogo 1x2 Grêmio (0x1;1x1)
2013Botafogo 1x3 Grêmio (1x2;0x1)
2014Botafogo 1x4 Grêmio (1x2;0x2)
2016Botafogo 3x1 Grêmio (2x1;1x0)
2017Botafogo 1x2 Grêmio (0x2;1x0)
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8 vitórias do Botafogo
11 vitórias do Grêmio
empates
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=Vai, vai que é tua Gatito!=
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13 agosto 2017

VDK-4206

R$ 10,2 milhões nas bilheterias do Fogão na Libertadores 2017:
R$ 01.898.390,00 – Botafogo 2x1 Colo-Colo-CHI
R$ 01.390.210,00 – Botafogo 1x0 Olímpia-PAR
R$ 01.723.825,00 – Botafogo 2x1 Estudiantes-ARG
R$ 01.520.630,00 – Botafogo 0x2 Barcelona-EQU
R$ 01.252.810,00 – Botafogo 1x0 Atlético Nacional-COL
R$ 02.479.795,00 – Botafogo 2x0 Nacional-URU
R$ 10.265.660,00Total
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33
No bar, já com algumas rodadas de chope, começaram a brincar de voltar no tempo. Mas com destino específico: voltar a determinado jogo a que tinham assistido, seja no estádio, seja na televisão.
Um falou do Brasil 4 a 1 Itália em 1970. Todos fizeram “ah!”, expressando aprovação e saudade. Ele tinha dez anos, ficava ao lado da TV arrumando a antena e o controle das horizontais. A sala cheia, os gritos, as bandeirinhas de papel, as pessoas na rua depois do jogo, o sol, o domingo que nunca mais acabaria.
Outro estalou os dedos e citou Botafogo 6 a 0 Flamengo em 1972. Mas não era botafoguense e sim flamenguista. Sete anos de idade, a camisa do time, a dor de cada gol rasgando um pouco sua camisa e seu peito – logo era noite, o choro em soluços, a escola no dia seguinte com as gozações que ainda ressoavam na sua cabeça.
Não tem comparação”, disse outro: “Corinthians 1 a 0 Ponte Preta, em 1977, gol do Basílio”. Notou-se sua emoção ao descrever o lance, os saltos nos chutes que antecederam o arremate fatal do “pé-de-anjo”, o grito rouco, já era rapazinho, o pai até o deixara tomar um copo de cerveja, ficou ouvindo rádio até não haver mais assunto, redesenhando na mente, deitado, todo o lance.
Surgiram clássicos Atlético x Cruzeiro, Grêmio x Internacional, o Brasil 2 a 3 Itália de 1982 – que provocou lamentos, xingamentos e até um choro, aplacado com um gole grande e uns tapinhas nas costas. E outros tantos jogos, às vezes citados ao mesmo tempo, causando certa alegria em uns, tristeza em outros, mas sempre com a aura de “que jogo, que jogo!”.
Só um, calado, apenas olhando, bebericando, não citou nenhum. Notaram. “E você, nenhum jogo? Logo o mais fanático por futebol? Não tem nenhum que você gostaria de voltar pra ver?”
Recostou-se, escorreu o corpo na cadeira, passou as duas mãos nos cabelos, suspirou. Todos o olhavam.
Tem”, respondeu. “Eu era pequeno, no interior. Domingo de manhã fui pela primeira vez ver meu pai jogar na várzea. Ao lado do meu tio, vi o poeirão subindo nas disputas de bola, os empurra-empurras, os palavrões da torcida e dos jogadores, meu pai no banco, aguardando. Ele olhava pra mim às vezes, dava tchau. Eu perguntava pro meu tio se ele não ia jogar. Vai, sim, já, já ele entra.
Ganhei picolé, bala, biscoito de polvilho. O jogo já durava a vida inteira. Até que o vi se levantar do banco, arrumar o meião, ficar à beira do campo. Quando ele entrou meu coração virou um balão, subiu ao céu, planou sobre o mundo todo. E o vi correndo, dominando a bola, chutando. Era meu pai. Deu um carrinho que a torcida aplaudiu. Uma cabeçada que me pareceu que ele subira mais alto que um super-herói. Era meu pai.”
Na mesa, todos em atenção total. Nem mexiam nos copos.
E acabou o jogo. Não sei quanto ficou. Sei que fui encontrá-lo. Ele suado, a camisa com o número 3 nas costas, a chuteira velha, a barba rala, o cheiro, a aliança apertando o dedo já mais gordo, os pelos nas pernas. Era meu pai.”
Bebeu um gole.
Nunca mais fui ver. Ele também parou de jogar logo depois. Só o via depois com a roupa de trabalho: camisa, calça, sapato e a pastinha de vendedor. A mesma com que foi enterrado – sem a pastinha, claro.”
Fechou os olhos. Todos calados. “Eu queria voltar a esse jogo. Só pra gritar o que eu não gritei naquele dia. Queria gritar alto: ‘É meu pai! É meu pai!”. Não sei por que não gritei. Fiquei só olhando. Ele, às vezes, no campo, olhava pra mim. Sempre sonho que ele esperava que eu gritasse. Mas não gritei.”
Olhou em volta, bateu na mesa com as duas mãos. “Agora já era. Não dá mais.”
Uns segundos de silêncio.
Pediram a conta. Foram embora.
(Texto de Luiz Guilherme Piva)
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